
Serão as palavras vãs, ocas?
Será o calor das mãos um sonho que inebria os sentidos
ao ponto de desejarmos não acordar?
Será mais fácil abrir os olhos e ânsiar o breve,
querer ser outro,
noutro tempo,
noutro espaço;
ser tamanho,
ser divino?
Será o aroma que insiste em percorrer os dedos
a vontade de ser vida,
o abraço da perpétua ausência?
E o que sopra lá fora,
não é já o tempo desgarrado entre o respeito e a cobiça,
entre o desejo e a ilusão?
Estranho plano este de respirar fugindo,
de morrer cantando,
de ser a esperança do cansaço
e a ilusão da corrida…
E sobra a pele por arrimar a outra pele que já é vento,
… sobra tanto,
por dentro.
Será o calor das mãos um sonho que inebria os sentidos
ao ponto de desejarmos não acordar?
Será mais fácil abrir os olhos e ânsiar o breve,
querer ser outro,
noutro tempo,
noutro espaço;
ser tamanho,
ser divino?
Será o aroma que insiste em percorrer os dedos
a vontade de ser vida,
o abraço da perpétua ausência?
E o que sopra lá fora,
não é já o tempo desgarrado entre o respeito e a cobiça,
entre o desejo e a ilusão?
Estranho plano este de respirar fugindo,
de morrer cantando,
de ser a esperança do cansaço
e a ilusão da corrida…
E sobra a pele por arrimar a outra pele que já é vento,
… sobra tanto,
por dentro.
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